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Equitas e Colégio Mão Amiga – parceria pelo futuro

Para a Equitas, a superação dos desafios enfrentados pelo Brasil passa pela educação. No entanto, quando falamos sobre o assunto, temos um cenário preocupante. Entre os anos de 2012 e 2018, 40,8% dos jovens brasileiros de 19 anos (1,2 milhão) não concluiu o ensino médio. Além disso, a situação é ainda mais delicada em áreas afetadas pela desigualdade: apenas 12% das crianças brasileiras de baixa renda aprendem português no nível adequado.



Acreditamos que só a partir da formação de qualidade dos jovens teremos um país mais próspero, com mais oportunidades e menos desigualdades. Por isso, apoiamos e patrocinamos as iniciativas do colégio Mão Amiga – que faz um trabalho excepcional na educação de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica. “Há tempos, nós da equipe da Equitas fazemos um trabalho voluntário individual e estávamos buscando um projeto em que pudéssemos nos engajar institucionalmente. Encontrar o Mão Amiga foi uma oportunidade única para contribuir efetivamente com o que acreditamos”, diz Luis Felipe Amaral, fundador da empresa.

Há tempos, nós da equipe da Equitas fazemos um trabalho voluntário individual e estávamos buscando um projeto em que pudéssemos nos engajar institucionalmente. Encontrar o Mão Amiga foi uma oportunidade única para contribuir efetivamente com o que acreditamos.

O projeto

Fonte: Todospelaeducação.org

O colégio Mão Amiga é uma organização de sociedade civil (OSC) que tem como missão quebrar o ciclo da pobreza por meio da educação de qualidade. E, assim, impactar verdadeira e profundamente na vida dos seus alunos e permitindo que tenham oportunidades e escolhas.

Fundada em 2006, a instituição é uma escola filantrópica, formal e regular que atende mais de 500 alunos. Desde a educação infantil até o terceiro ano do ensino médio. Dessa forma, sua unidade funciona no bairro Jardim Santa Júlia, divisa entre São Paulo e Embu-Guaçu. Essa é uma das mais extensas e isoladas regiões de periferia da capital paulista. Sendo assim, a área tem o histórico de violência, tráfico de drogas, escolas públicas de baixa qualidade e pouca oferta de empregos.

O colégio atua na formação integral dos jovens de baixa renda da área e tem impacto positivo e profundo na comunidade. Além da grade obrigatória de ensino brasileira, promove oportunidades para os alunos e suas famílias fora da sala de aula. Alguns exemplos são: atividades extracurriculares, acompanhamento psicológico para estudantes e familiares e projetos como o Contando Sonhos, uma parceria com a ONG Sonhar Acordado, em que os alunos criam roteiro que posteriormente são encenados por atores profissionais.

Os resultados



O esforço gera resultados expressivos. Em 2006, quando abriu as portas, a instituição contava com 48 alunos, exclusivamente no ensino infantil. Em 13 anos, este número se multiplicou por 12. Além disso, a partir de 2017, graças a uma governança excepcional, a escola ampliou suas atividades para o ensino médio. Em 2018, já contava com três turmas no novo nível. Assim, beneficiou, ao todo, mais de 500 estudantes e 460 famílias.

As conquistas deste ano não pararam por aí. O desempenho dos alunos do Mão Amiga no SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar de São Paulo) foi destacada. Dessa forma, todas as médias do ensino fundamental ficaram acima dos índices da Rede Pública de Ensino:

Língua Portuguesa:

mão-amiga-portugues

Matemática

mão-amiga-matematica

Em 2019, a primeira turma de ensino médio se forma. E completa um ciclo que o grupo começou no infantil da escola. Assim, é uma grande conquista para o projeto, os estudantes e para a comunidade.

Parceria para superar desafios



O Mão Amiga encontra dificuldades em ter previsibilidade de recursos para 100% das suas necessidades financeiras. Apesar do trabalho sério que faz e de suas contas estarem equalizadas desde 2016. Isso, além de gerar um nível alto de insegurança na equipe, impede o colégio de expandir suas atividades e impactar ainda mais pessoas.  

Segundo Juliana Plaster, diretora geral do projeto, hoje, 60% das receitas necessárias à manutenção provém de mensalidades pagas pelos alunos – de acordo com as possibilidades socioeconômicas de cada família – e do programa de apadrinhamento, em que pessoas físicas e jurídicas fazem doações. Dessa forma, os outros 40% são conseguidos pouco a pouco, de diferentes fontes e sem recorrência.

Assim, é aí que entra a Equitas. Criamos um fundo que tem suas taxas – de administração e performance – totalmente revertidas para o projeto e contribuem para sua sustentabilidade. “A importância desta parceria é ter uma renda garantida, que não nos deixa à mercê da sorte e permite fazer outras coisas que muitas vezes por falta de recurso não são possíveis – como abrir as portas para a comunidade aos sábados e domingos, ampliar as atividades oferecidas, acolher estudantes de escolas públicas da região para aulas de reforço”, conta Juliana.

“A Equitas está criando um produto muito inovador, trabalhando com a geração de sentido na vida das pessoas, que vai além de simplesmente ganhar dinheiro. Quando conversamos com doadores, ouvimos sobre como sentem que ajudar o projeto é uma forma de devolver para a sociedade o que receberam. Dessa forma, você percebe a alegria das pessoas em se comprometerem realmente e em contribuir para diminuir as desigualdades, em algo que de fato vai fazer a diferença. É interessante que isso é possível em qualquer segmento, como nesse exemplo do mercado financeiro. É uma oportunidade de ganhar e fazer o bem”, ressalta.

Planos para o futuro



A equipe do Mão Amiga sonha grande e quer expandir suas atividades. Sendo assim, estão nos planos a construção de um prédio anexo ao colégio para abrigar o ensino médio. Além da replicação do modelo em outras unidades que já estão em negociação. Ademais, outra ambição é montar um observatório que discuta a educação inclusiva. Assim, poderá pensar sobre como as novas tecnologias podem chegar a todas as crianças e jovens, independente da sua condição socioeconômica.

Portanto, “é emocionante construir esse projeto com a comunidade toda e com os professores. É na raça, vamos seguindo dia a dia. A gente começa a ver um raio de sol em encontrar a estabilidade financeira. Não dá para ser estável apenas com mensalidades e doações. Essa parceria com a Equitas é uma oportunidade ímpar de alcançar a nossa sustentabilidade”, finaliza Juliana.

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