Perguntas frequentes

Qual a diferença entre investimentos em renda fixa e renda variável?

Renda variável é um investimento em que a rentabilidade varia. Como é o investimento em ações. O investidor em ações ganha o direito de receber proventos da empresa de maneira perpétua. Enquanto a empresa existir, os acionistas recebem o que ela distribuir de dividendos. Não existe prazo ou taxa de remuneração pré-determinados. Caso a empresa tenha resultados negativos os acionistas não recebem nada, caso se saia bem, esse resultado é compartilhado entre todos os acionistas. O que interessa para o acionista é o que uma empresa é capaz de gerar de fluxo de caixa ao longo do tempo.

Já em renda fixa, o investidor empresta o seu dinheiro para uma outra parte – um governo, um banco ou uma empresa – a uma taxa de remuneração fixa por um período determinado de tempo. Essa remuneração pode ser definida por uma porcentagem ou um por um índice. Independente dos resultados apurados pela parte que pegou o dinheiro emprestado, ela vai pagar somente o que acordou. O risco na renda fixa está atrelado a incapacidade de pagamento da devedora.

O que é um fundo de ações (FIA)?

Um fundo de ações é, antes de tudo, um fundo de investimento. Fundo de investimento é uma comunhão de recursos para aplicação em ativos financeiros. Ou seja, é a reunião do dinheiro de várias pessoas (investidores) em um condomínio que tem um CNPJ próprio e um gestor que decide onde alocar os recursos para atingir objetivos específicos. No caso dos fundos de ações, de acordo com a regulamentação da CVM, pelo menos, 67% dos recursos precisam ser alocados em ações negociadas em bolsa de valores.

No nosso caso, o condomínio é o Equitas Selection FIC FIA e o gestor responsável por decidir sobre a alocação dos recursos é o Luis Felipe Amaral.

O que é uma cota?

Quando uma pessoa investe no nosso fundo, ela compra cotas. Cada cota é uma fração do fundo e tem seu valor apurado diariamente. Ela é calculada a partir da divisão do patrimônio total do fundo pelo número de cotas. O valor diário da cota pode ser acompanhado na home do nosso site.

No nosso caso, o condomínio é o Equitas Selection FIC FIA e o gestor responsável por decidir sobre a alocação dos recursos é o Luis Felipe Amaral.

Com qual frequência devo acompanhar o valor das cotas?

Essa é uma decisão muito pessoal. No entanto, a filosofia de investimentos do Equitas Selection é de longo prazo, ou seja, esperamos entregar um retorno excepcional e acima do benchmark em de três a cinco anos. Isso quer dizer que em prazos menores o fundo pode ter uma performance menor que a do Ibovespa. 

Cada investidor deve acompanhar o desempenho do fundo de acordo com seus objetivos e perfil. 

Todos os fundos de renda variável são iguais?

Não, existem diversos tipos de estratégias de renda variável.

Long short, alocações macro e muitos long biased, por exemplo, são estratégias de curto prazo. Nelas, o gestor busca entender para onde o mercado vai, qual vai ser a reação das ações a algum evento. É uma tentativa de prever o comportamento, a psicologia do mercado. É um jogo de soma zero, já que no fim das contas não há criação de riqueza por trás dos ganhos. É uma aposta em que uma parte vai ganhar às custas de uma contraparte que vai perder.

Já as estratégias de longo prazo, das quais somos adeptos, são baseadas em geração de valor. Você busca entender qual a capacidade das empresas gerarem lucro ao longo do tempo e participa da criação de riqueza em longo prazo.

Quais as taxas cobradas para investir no Equitas Selection FIC FIA?

Cobramos dois tipos de taxa, a de administração e a de performance. A taxa de administração é a remuneração pelo trabalho da equipe de gestão do fundo, que pesquisa, estuda e decide onde alocar os recursos. Ela ainda cobre os custos da gestora, que vão desde a estrutura física à custódia e auditoria. No nosso caso, ela é de 2% do valor total investido por cada investidor e é provisionada diariamente e descontada mensalmente.

Já a taxa de performance é cobrada sobre o valor que excede o benchmark definido, que no nosso caso é o Ibovespa. Ou seja, ela incide sobre o que o fundo render acima do Ibovespa. O Equitas Selection FIC FIA cobra uma taxa de performance de 20%, provisionada diariamente e cobrada semestralmente.

Para as duas taxas, quando o investidor checa sua carteira nas plataformas de investimento, o que ele visualiza é o valor líquido de taxas. O investidor não precisa efetuar o pagamento dessas taxas, elas são automaticamente descontadas do valor que ele tem investido.

Como é a tributação do Equitas Selection?

A tributação do fundo é relativa ao Imposto de Renda e de 15% do valor dos rendimentos. Assim como as taxas de administração e performance, ela é retida na fonte, não precisando ser recolhida. Ao contrário das outras, no entanto, a tributação é descontada quando o investidor resgata o dinheiro investido.

A tributação de fundos de ações é diferente daquela que incide no investimento direto em ações. No último caso, a cada transação os ganhos precisam ser apurados e uma DARF de pagamento gerada (quando o investidor transaciona mais de R$ 20 mil por mês, até esse limite, não há incidência de impostos). No caso do investimento em fundos, há um sistema específico de tributação, que é responsabilidade da administradora. O investidor não precisa se preocupar com as transações. Ah, e sobre fundo de ações não há incidência do imposto come-cotas.

O que é benchmark? Qual o benchmark do Equitas Selection FIC FIA?

Benchmark é o índice que serve de referência para avaliar e acompanhar a rentabilidade de um investimento. O Equitas Selection, por ser um fundo de ações brasileiro, tem o Índice Bovespa – ou Ibovespa -, principal indicador do mercado de ações brasileiro, como benchmark.

Como é calculado o Ibovespa? O que significam os pontos do Ibovespa?

O Ibovespa serve como uma espécie de “resumo” da rentabilidade das principais ações negociadas no mercado brasileiro. Ele facilita o acompanhamento da rentabilidade agregada média dessas ações. 

Para isso, monta-se uma carteira teórica composta pelas ações responsáveis pelo maior volume financeiro negociado na B3 (fusão da Bovespa com a Cetip). O índice é calculado com base no desempenho dessa carteira ao longo do tempo. Considera-se que não há novos aportes nem saques e que todos os dividendos são reinvestidos. 

Já os pontos são referentes ao valor base da carteira de quando o indicador foi criado, em 1968. Naquele momento, se definiu que a carteira criada valia 100 pontos. De lá para cá já foram feitos diversos ajustes no que seriam 100 pontos e o valor base inicial seria hoje 0,0000000001 do inicial. 

Os investidores da Equitas podem optar por investimentos de curto prazo ou somente de longo prazo?

A filosofia de investimentos da Equitas e dos seus fundos é baseada em uma estratégia de longo prazo. Consideramos um horizonte de três a cinco anos para entregar uma rentabilidade superior a do Ibovespa para os nossos investidores. É o tempo que consideramos que nossos investimentos demoram para “maturar”. 

É possível para o investidor deixar o seu dinheiro investido por menos tempo no Equitas Selection, mas não é o que indicamos. Hoje, não oferecemos nenhum produto que seja focado no curto prazo e que tenha uma estratégia específica para trazer resultados nessas circunstâncias.

O que é estratégia fundamentalista de investimentos?

Uma ação é uma fração de uma empresa. O preço em que é negociada depende de um conjunto de fatores que têm efeitos em curto, médio e longo prazo.

A estratégia fundamentalista de investimentos, que é a que utilizamos, se baseia no entendimento dos fatores que influenciam o preço das ações em longo prazo. Ela parte dos fundamentos da empresa, daí o nome análise fundamentalista. E no seu potencial de geração de fluxo de caixa no futuro, além dos riscos externos e internos a que está exposta. Analisamos, por exemplo, o setor em que a empresa atua, a concorrência, as vantagens competitivas da empresa. Além da capacidade da equipe de gestão, da alavancagem (tanto financeira como operacional), da sua estratégia de crescimento. 

Na análise fundamentalista os investimentos precisam de um tempo para “maturar”, já que escolhemos hoje as ações que acreditamos que têm potencial de valorização em longo prazo. Por isso, falamos que o investidor deve colocar seu dinheiro no Equitas Selection, nosso fundo de renda variável, considerando um prazo mínimo de três a cinco anos. 

Qual o prazo de resgate do Equitas Selection?

O prazo de resgate é o tempo entre a solicitação do resgate e o crédito em conta do valor solicitado para o investidor. Ele indica em quanto tempo você tem o dinheiro investido disponível. 

O Equitas Selection tem um prazo de liquidação de cotas de D+30 dias, ou seja, o dia em que o investidor solicitou o resgate mais 30 dias corridos. Depois da liquidação das cotas, há o prazo de cotização. Isso significa converter as cotas em dinheiro. Esse prazo é de dois dias úteis e é o tempo que a B3 demora para creditar o dinheiro de venda de ações na conta do fundo. Sendo assim, quando um cotista solicita um resgate ele vai receber o dinheiro em conta em D (dia da solicitação) + 30 dias corridos (de liquidação) + 2 dias úteis de cotização.  

Por que o resgate do Equitas Selection é D+30?

Cada fundo tem a sua própria regra de resgate. Esse prazo é condizente com a nossa filosofia de investimento e nossa estratégia fundamentalista de longo prazo. 

Quanto mais longa a cotização, mais liberdade o gestor tem para alocar o capital do fundo. O prazo nos dá uma melhor previsibilidade e permite que o fundo venda os ativos para pagar os investidores a um preço que consideramos justo.

Lembramos que o mercado de ações opera com os preços baseados na lei da oferta e demanda. Ou seja, quando há mais demanda que oferta os preços sobem. Por outro lado, quando há mais oferta do que demanda eles caem. Os 30 dias de liquidação permitem ao fundo operar conforme a liquidez e volatilidade do mercado, sem prejudicar sua estratégia. 

O valor da cota que vou receber quando resgatar é relativo à data em que pedi o resgate ou ao dia em que recebo o dinheiro?

O valor que o investidor recebe é relativo ao valor das cotas 30 dias depois do prazo em que ele solicitou o resgate. Após esse período acontece a cotização, quando o investidor sabe exatamente o valor que vai receber.

Como posso consultar a rentabilidade do Equitas Selection? Qual a frequência de atualização da rentabilidade dos fundos nas plataformas de investimentos?

A rentabilidade das cotas do Equitas Selection é atualizada diariamente na home do nosso site. Nas plataformas a atualização também é diária. 

Como o processo de análise é feito? Ele é automatizado?

Nosso processo de análise utiliza métodos quantitativos e qualitativos e depende muito do capital humano, experiência e conhecimento coletivo adquirido ao longo dos muitos anos de trabalho da equipe. Utilizamos diversas ferramentas automatizadas que nos auxiliam, mas somos nós que definimos, caso a caso, como ele será conduzido. O processo de valuation é complexo e cada gestor tem os seus próprios critérios para avaliar as empresas e tomar as decisões de composição dos seus fundos. Por isso é tão importante para os investidores entenderem quem são e como pensam os gestores dos fundos em que alocam seu dinheiro. 

Quantas e quais ações formam o Equitas Selection FIC FIA?

O Equitas Selection é formado por em torno de 20 ações. Nós as dividimos entre posições principais e posições periféricas. Acreditamos que com essa variedade, temos ao mesmo tempo a diversificação necessária para proteção da carteira, permitindo ainda que as ações individualmente façam a diferença nos resultados do fundo. 

As principais posições têm entre 7% e 12% do fundo. Compomos o portfólio com posições periféricas que podem ter individualmente até 5% da carteira e no agregado até 30%. A composição das ações principais (core) e das periféricas é o que dá o perfil de risco vs. retorno da carteira.

 Quanto às ações específicas que compõem o portfólio, isso varia. Ao longo do tempo vamos mudando as posições e participações de acordo com as mudanças de preços e nossa visão sobre o potencial de retorno futuro das ações. Sempre com foco em rentabilidade destacada de longo prazo e proteção de capital. O site da CVM divulga as ações que compõem todos os fundos de investimento do Brasil com um “atraso” de 90 dias. Ou seja, lá você consulta como era o fundo há 90 dias. As posições de hoje não são divulgadas.

Como entender quanto as ações das empresas valem?

Nós trabalhamos com uma pesquisa proprietária muito profunda que mistura análise qualitativa e quantitativa para avaliar o preço das ações. Capturamos informações, analisamos forças de mercado como competição, barreiras de entrada, poder de barganha dos clientes e fornecedores. Também cruzamos diversos bancos de dados e usamos metodologias variadas para apoiar nossas teses de investimento, como a coleta de dados através de pesquisa em campo. Fazemos ainda previsão de fluxo de caixa.

Escolhemos os ativos que estão sendo vendidos abaixo da sua capacidade de geração de lucro, o que é mais difícil conseguir com as ações que todo mundo já sabe que são boas. Os consensos são refletidos nos preços dos ativos. Sem nos prendermos aos consensos podemos fazer análises que muitas vezes fogem ao praxe do mercado e avaliar boas empresas quando elas ainda são negligenciadas pelos analistas de mercado. Também nos mantemos completamente sem preconceitos, somos bastante racionais nas nossas avaliações.

Acreditamos que para obtermos resultados superiores no longo prazo, temos que manter diferenciais em relação aos nossos competidores. Para isso, temos foco em círculos de competências específicos e nos especializamos neles.

O que determina a variação de preços das ações no mercado?

Isso depende muito de se a avaliação é em curto ou longo prazo.

Em curto prazo, o que mais impacta os preços são fenômenos comportamentais de investidores, totalmente psicológicos. Às vezes, em um prazo de uma semana, uma ação varia muito de preço sem ter acontecido nada que alterasse os fundamentos da empresa e sua capacidade de geração de lucro em longo prazo. As oscilações, nesses casos, se dão pela psicologia do mercado. Isso é o que mais afeta a performance da renda variável em curto prazo.

Economia comportamental e os preços das ações

O campo de estudos que mais evoluiu nos últimos 30 anos em finanças é o de economia comportamental. Ele descreve como os indivíduos reagem. Tradicionalmente, a teoria econômica considera que as pessoas agem racionalmente, mas na prática o comportamento é bastante irracional. O ser humano tende a agir por medo, aversão a risco. A espécie evoluiu acostumada a responder rápida e irracionalmente ao perigo, aos riscos de curto prazo. Depois é que pensamos. A reação imediata frente a uma ameaça é fugir do risco. Isso se reflete no movimento de curto prazo dos mercados.

Outro fenômeno que tem uma influência enorme nos movimentos de mercado em curto prazo é a ganância. As pessoas vêem as outras ficando ricas e querem ficar também, o que as leva em busca de um bilhete premiado. O fenômeno das bolhas vem daí. As pessoas começam a se encantar por um certo ativo que vai se valorizando muito acima do que é racional. As oscilações de preço se tornam desproporcionais.

Chega um determinado momento em que as pessoas caem na real de que os preços estão completamente descolados da realidade e isso não se sustenta e as bolhas estouram. O mercado é propenso a isso, apesar de não fazer sentido.

Existe ainda o comportamento de manada, em que as pessoas tendem a se mover em grupos. O ser humano tem conforto na comunidade e, por isso, tem propensão a fazer o que os outros fazem. Isso vale também para os movimentos do mercado que acabam sendo amplificados pelo efeito manada.

Em longo prazo o que prevalece de fato é o que a empresa entrega de resultado, sua capacidade de geração de caixa.

Como o mercado mede o risco?

Uma das principais medidas de risco que o mercado usa é a volatilidade. Essa é a medida de quanto uma ação varia – a dispersão e a intensidade da variação ao longo do tempo. A volatilidade impacta mais o investidor de curto prazo. Em longo prazo, muitas vezes essas oscilações não são tão grandes e não significam perda de valor.

 

Perguntas Frequentes Equitas Selection
Investimentos em renda variável oscilam mais em curto prazo

Como um fundo de ações dilui o risco?

Um fundo investe em diversas ações. Nosso principal mecanismo de controle de risco é o conhecimento aprofundado sobre as empresas nas quais investimos. O Equitas Selection, por exemplo, tem um portfólio de aproximadamente 20 ações de diversos setores da economia e com diferentes fatores de risco.

É a velha máxima de não colocar todos os ovos em uma cesta, basicamente. Há também instrumentos financeiros que usamos para proteger o patrimônio do fundo e evitar a perda permanente de capital.

O que é alavancagem? E quais os problemas dessa estratégia?

Alavancagem é o uso de um instrumento de crédito, um empréstimo por exemplo, ou um instrumento derivativo para potencializar os lucros de um fundo. O fundo opera comprado em mais do que o seu valor patrimonial com dinheiro emprestado de terceiros.

O problema da alavancagem é que os prazos de vencimento dos instrumentos de alavancagem são geralmente curtos. Com isso, para honrar o pagamento da alavancagem, você pode ser forçado a ter que vender suas ações antes do prazo desejado. Isso, mesmo que elas estejam caindo de forma injustificada. Isso inviabiliza um horizonte de investimento de longo prazo e aumenta muito o risco.

Onde encontro informações sobre os fundos da Equitas?

As informações sobre os fundos da Equitas estão em nosso site https://equitas.com.br/equitas-selection-fic-fia/ . Mensalmente, publicamos um material informativo com a rentabilidade do fundo e a composição do resultado por setor. Além disso, divulgamos informações esporádicas nas nossas redes sociais. 

O que é sharpe? Qual o sharpe do Equitas Selection FIC FIA?

O índice de Sharpe é um indicador que analisa o desempenho estatístico de um fundo de investimento, considerando a relação entre retorno e risco. Ou seja, ele é uma medida teórica de quanto de risco o fundo correu para entregar o retorno apurado em um certo período de tempo.

O índice de Sharpe é apresentado como um número que se propõe a medir o quanto um fundo entregou de retorno acima de um outro ativo livre de risco (por exemplo o CDI) em um determinado período de tempo em relação à sua volatilidade (que é a medida de risco levada em consideração aqui).

Segundo a teoria, quanto maior o Sharpe, menor foi o risco que o fundo correu para entregar a rentabilidade. Cabe ressaltar que o índice de Sharpe se baseia na relação entre rentabilidade e volatilidade medida com base no histórico, ou seja, no passado. Isso quer dizer que ele não reflete com certeza como será essa mesma relação no futuro. 

É importante enfatizar também que o índice de Sharpe usa a volatilidade dos ativos como medida de risco, o que pode levar à uma série de distorções. Escrevemos a respeito desse assunto descrevendo as limitações e distorções no uso do índice de Sharpe em uma carta aos investidores que está disponível em nosso site https://equitas.com.br/nossa-visao-sobre-risco-ii/ .

 O Sharpe do Equitas Selection nos últimos 12 meses (encerrados em 30/9/2019) é 2,93 e o acumulado dos nove anos de existência do fundo é 0,72.

O que acontece com os dividendos pagos pelas empresas que o Equitas Selection tem na carteira?

Os dividendos são recebidos pelo fundo e reinvestidos de acordo com a estratégia de investimentos do Equitas Selection. 

Como está hoje percentualmente o passivo do Equitas Selection?

O passivo de um fundo é a divisão de clientes desse fundo. Até setembro de 2019, o Equitas Selection tinha em torno de 25 mil clientes, entre grandes e pequenas posições. Ele é pulverizado entre family offices, wealth managements e plataformas de varejo. 

Qual é o maior diferencial da Equitas na tomada de decisões?

O maior diferencial que temos é a nossa experiência. Se pegarmos o tempo que os sócios trabalham juntos, são mais de 80 mil horas de excelência compartilhada. Nesse período, fizemos centenas de análises e desenvolvemos metodologias de pesquisa proprietária. 

Outro grande diferencial é nossa filosofia de investimentos e nossos valores. O histórico de resultados do Equitas Selection, que tem data de fundação em 1º de julho de 2010, é excepcional. Ele mostra o comprometimento com nosso propósito, que é fazer a diferença na construção do patrimônio dos nossos clientes. 

Qual a diferença entre investir em ações diretamente e em um fundo de ações?

Quando você investe em ações diretamente o gestor da sua carteira é você. A decisão sobre em quais ativos investir, a distribuição dos investimentos e o controle de riscos ficam por conta do investidor. Além disso, todos os trâmites burocráticos como cuidar das ordens de compra e venda e apurar e pagar os impostos relativos aos lucros com as operações também são atividades realizadas pelo investidor.

Já quando você investe em um fundo de ações, você está “contratando” um gestor e uma equipe de analistas experientes para fazer o trabalho de análise e escolha das ações em que investir. É a equipe do fundo que faz também o controle de riscos e cuida de atividades como compra e venda.

A equipe da Equitas têm longa experiência no mercado financeiro e quatro dos cinco sócios da equipe de análise trabalham juntos há pelo menos 10 anos. O Equitas Selection tem um histórico de retornos excepcionais e passa por auditorias externas independentes periodicamente para garantir a precisão das informações que divulga.

Qual a capacity do Equitas Selection?

Capacity é o tamanho do fundo, ou seja, o volume de dinheiro que tem. O mercado de ações no Brasil está em um momento que consideramos extraordinário, se desenvolvendo e com grandes potenciais de crescimento. Temos muita responsabilidade com o dinheiro dos nossos clientes e vamos avaliar o tamanho do fundo tendo em vista sempre a melhor relação risco vs retorno para os nossos clientes. 

Qual a estratégia de rebalanceamento do Equitas Selection?

Estamos sempre atentos à relação risco vs retorno das ações em que investimos, assim como às oportunidades e à validade das nossas teses de investimento. Vamos reposicionando a carteira visando à melhor assimetria entre risco versus retorno para nossos clientes.